CONTOS ERÓTICOS REAIS

 
 

Estou voltando de férias hein, vou trazer pra vocês mais resumo da minha vida pessoal sexual, beijinhos molhadinhos.

Me aguardem no Jô.

 
 

Desculpem a minha ausência.   Pos os trabalhos e avaliações de fim de semestre esão me matando.  Logo mais continuarei contando minha história aqui.  Beijinhos.

 
 

  Comecei a manusear esses objetos com mais cuidado poi não queria de jeito nenhum perder minha virgindade me masturbando.

Eu estava em casa sozinha, ahh, e quando ficava sozinha, lógico, a casa toda era minha e eu me masturbava muito, além do que eu ia para cama de casal dos meus pais que me dava muito mais tesão, não por ser dos meus pais, mas por ser de casal.

Nossa, me masturbava na cozinha, no quarto, no banheiro, no quintal, na lavanderia e até no quarto do meu irmão. Sempre adorei gozar, mas o mais gostoso é a fase até chegar ao êxtase para gozar.

Os acentos das cadeiras da minha cozinha eram lisinhos e eu, completamente nua, com óleo de amêndoas em minha pequena vagina (descobri que o óleo de amêndoas dá um prazer extra, a deixa bem quentinha, molhadinha e escorregadia), havia descoberto uma nova forma maravilhosa de sentir tesão.

Eu abria bem minha pernas e encaixava minha vagina na quina do acento da cadeira, ahh, como era gostoso, eu ficava esfregando a vala de minha vagina naquela quina, lentamente, para frente e para trás, bem gostoso, ahh, como eu gemia e como molhava aquela quina com meu gozo, eu ejaculava bastante.

Eu também havia inventado um método para que o meu pênis imaginário (frasco vazio de rollon) ficasse parado enquanto eu metia nele, eu o colocava preso na outra parte da quina da cadeira e assim enquanto eu me esfregava na cadeira o meu pênis entrava e saia sem que eu colocasse as mãos assim eu usava uma mão para acariciar o pênis enquanto eu metia e a outra para segurar na cadeira para me dar mais tesão, aliás, eu estava sozinha em casa e podia imaginar o que eu quisesse.

Eu percebi que minhas relações estavam ficando cada vez mais empolgantes e com isso eu estava cada vez mais enfiando meu pênis imaginário dentro de mim, percebi que se eu quisesse continuar virgem isso deveria parar.

Então eu sabia do esconderijo do meu irmão para filmes proibidos, eu sabia que ele tinha arranjado um com os colegas da sala dele e tinha escondido, pois minha família sempre foi conservadora e nunca deixava a gente assistir nem novelas com cenas mais picantes, imaginem só filme pornô.

Fui até lá e peguei o DVD e comecei assistir e ai comecei a intender porque eu gostava tanto de ser penetrada, nosso, vi aqueles “paus gigantes” como eles diziam no filme e vi uma coisa que iria mudar minha história de masturbação, a penetração anal. Não fazia ideia que poderia ser penetrada por trás e nem imaginaria isso, mas aquele filme mudou meus conceitos. Ao assistir o filme de uma hora, me masturbei quatro vezes, olhando aquelas cenas fantásticas.

A penetração anal para mim

Eu tinha que conseguir mais camisinhas porque as que eu tinha roubado do meu irmão já haviam acabado e ele não tinha mais. Mas como conseguir mais camisinhas? Eu não podia simplesmente entrar numa farmácia ou supermercado e comprar. Mas eu tinha que conseguir para minha nova empreitada, a penetração anal, pois eu tentei com o rollon puro e não deu. Eu tinha que arrumar uma forma de comprar essas camisinhas, mas eu já iria comprar várias para deixar um bom estoque guardado.

Então bolei um plano, eu iria na farmácia bem inocente e iria dizer que está tendo aula de sexologia na escola e eu precisava das camisinhas, lindo plano, com doze anos e eu já era genial. Ilusão minha, por oito vezes eu tentei pedir ao farmacêutico camisinhas e não consegui de vergonha, a vóz nem saia, rsrs.

Na minha sala tinha o Marcelinho, o moleque era zueiro demais, lógico que ele nem olhava pra nós pois os meninos da sala nos chamava de patricinhas. Mas eu sabia o que tinha que fazer, eu ia pedir pro Marcelinho comprar essas camisinhas pra mim. Eu não tinha noção do que isso significava para os meninos e também nem imaginaria que eu iria me arrepender tanto mais tarde.

Esperei ele ficar sozinho no intervalo e chamei ele de canto – achei engraçado porque ele não acreditava que eu estava falando com ele – ai eu disse que as meninas iam fazer uma festa do pijama e a gente queria usar de zueiro as camisinhas como bexigas (ai, como fui tonta), ele deu muita risada e eu fiz ele prometer que não contaria pra ninguém pois era segredo (ai, como eu era tonta). Dei o dinheiro pra ele, suficiente para comprar umas dez caixas de seis unidades. Disse a ele também que poderia ser qualquer marca, pois era para bexigas mesmo.

No outro dia ele me trouxe as camisinhas bem embaladas e escondidas (ai, como fui tonta) eu pedi obrigado e ele pediu – olha só – um beijo em troca. Eu me recusei e ele disse – descarado – que se eu não desse ele contaria pra escola toda (tá vendo como fui tonta), eu dei esse beijo no rosto dele, apesar dele ser bonitinho ele era muito zueiro, eu nem sabia que ele tava com um monte de colegas vendo eu beijá-lo, ai, aquele monte de moleque saiu de trás de não sei da onde gritando “tá namorando, tá namorando”, ai que ódio que fiquei, gritei com ele e mandei eles embora. Bom, não tinha problemas, eu tinha conseguido meus objetivos.

Agora sim, eu estava completamente satisfeita com meus novos brinquedinhos. E você nem imagina que eu inventei.

Leia amanhã a continuação.

 
 

Estava meio sonolenta, acordando, senti aquela coisa dentro de mim, totalmente rígida, pensei, Charles. Sentia que ele mantinha seu pênis imóvel, eu sabia que isso era sinal que ele queria que eu fizesse o serviço. Então comecei a me movimentar, lentamente, para trás e para frente. Cada vez que eu me apertava para trás ele segurava minhas ancas com suas mãos fortes e me puxava contra sua pélvis, era brutal, mas eu adorava.

Era manhã e enquanto ele metia em mim com força e eu me envergava para facilitar a penetração, eu comecei a lembrar o que havia acontecido na noite anterior, ora, lembrei que estava me masturbando na minha cama com meu pênis improvisado (frasco vazio de rollon) e lembrei que havia gozado como nunca antes (pois tinha apenas doze anos). Lembrei também que depois que eu gozei, não me lembrava de nada, ou seja, acho que desmaiei quando gozei. E agora eu estava com o Charles em minha cama, fazendo comigo, louco de prazer, com seu pênis duro como uma rocha, sentia aquela penetração selvagem, com ele mordendo meu pescoço por trás, e ele penetrava e me mordia, penetrava e chupava minha orelha, notei que ele nem sabia o que fazer de tanto tesão e isso me deixava louca que cada vez mais eu me abria pra ele fazendo com que fosse mais fundo.  Foi quando levei minhas mão em minha vagina e comecei a acariciá-la. Com uma mão passava os dedos pela pequena e delicada vala de minha vagina e com a outra eu fazia caricias circulares em meu clítoris e acariciava o pênis de Charles ao mesmo tempo, pois não precisava segurá-lo, porque ele entrava e saia deliciosamente na vagina, alternando a velocidade entre bem rápido e suave e bem forte e devagar. Eu ia gozar e não tinha nada que pudesse impedir, comecei a gemer dizendo seu nome bem baixinho, puxava a cabeça dele contra meu pescoço, me envergava e me apertava contra sua pélvis, pressionando seu corpo contro o meu e lógico, seu pênis mais profundamente, sabia que era imaginação, mas parecia tão real que eu não queria parar. Gozei. Ahh, muito gostoso, olha, estava ejaculando, nossa, ela estava tão molhadinha que eu não queria parar de acariciá-la mesmo depois de ter gozado tão gostoso, e imaginei que o Charles não parava de meter em mim. Mas comecei a me lembrar que eu tinha doze anos e que eu era virgem, e o que o pênis imaginário (frasco vazio de rollon) estava fazendo todo dentro de mim. Nossa, fiquei tremendamente preocupada e comecei a examinar minha vagina para saber em relação do meu himen e para minha surpresa, ele ainda estava lá, apenas um pouco mais leve.

Eu não sabia o que fazer, aliás, não sabia se ainda era virgem, pois não tinha rompido o himen mas tinha colocado um objeto inteiro dentro mim. Eu tinha que saber mais.

A professora Vanessa era linda, e parecia ser bem nova, aparentava ter uns vinte anos, pois ela se cuidava bastante, ela tinha pernas cumpridas e torneadas, um corpo escultural e um namorado lindíssimo que vinha buscá-la no final da aula com um carro do ano.

Fui direto nela, tinha que perguntar a alguem e ela parecia ser uma pessoa especial já que a mesma estudava onde estudo hoje e eu jamais perguntaria isso pra minha mãe e muito menos para minhas amigas.

A chamei na sala dos professores na hora do intervalo e não conseguia perguntar, mas impressionantemente ela parecia que leu meus pensamentos e perguntou se era alguma coisa da minha intimidade, eu disse que sim e ela me levou para uma sala de aula vazia e disse que eu poderia contar com ela, então eu perguntei se haveria a possibilidade de alguém perder a virgindade se masturbando e ela disse que sim e perguntou se havia acontecido isso comigo eu disse que não mas perguntei se haveria possibilidade de alguém não perder a virgindade sendo penetrada e ela disse que sim e começou a me explicar muito sobre esse negócio de virgindade. Nossa, me senti super a vontade e abri o jogo pra ela de quase tudo pois não tínhamos mais tempo e ela disse que falaria comigo depois pois havia acabado o intervalo.

Graças a Deus, eu estava bem mais aliviada e sabia que esse tipo de coisa que acontecia não era apenas comigo mas com muitas meninas nessa fase da vida.

Até a próxima queridinhos, ahh, não esqueçam de deixar COMMENTS, ahh, se masturbem ou transem com suas companheiras pensando mim.

 
 

  Sei que depois disso eu virei a maior “siririqueira da paróquia, rsrsrs, nossa, eu não aguentava, não conseguia pensar em mais nada além de gozar. Eu imaginava os professores nus me acariciando, nos meninos do primeiro colegial (pois não conseguia imaginar os meninos de minha idade com pênis enormes) e mais velhos e todos os homens que passavam na rua. Eu gostava de imaginar eles com o pênis bem enrijecido e se masturbando olhando pra mim. E quando chegava em casa a primeira coisa que eu ia fazer é tomar um banho, mas não banho gelado para apagar o fogo, mas sim um banho bem quente para que a agua caísse pela minha vagina enquanto ficava de quatro no chão embaixo do chuveiro.

Nossa era muito gostoso, as vezes tomava três banhos por dia, comecei a levar papel higiênico para cama pois eu ejaculava muito, e é claro, com certeza a noite eu me masturbava umas três vezes antes de dormir. Ainda bem que eu tinha meu quarto só para mim (não o dividia mais com meu irmão que é dois anos mais velho que eu), assim eu podia gemer e sussurrar todos os nomes que vinham na minha cabeça, desde o Maurício, professor de história até o nome da realização dos meus desejos, meu primo Charles.

Sei, tinha apenas doze anos, mas na realidade, quase todas as mulheres tem esse mesmo apetite que eu, apenas não contam as suas masturbações.

Bom, em alguns livros li mais sobre a vagina e descobri tocar em áreas magnificas que me levavam ao êxtase mais rápido e descobri também algumas áreas que me deixavam mais tempo com tesão antes de gozar e como gozar mais tempo. Estava ficando expert na área.

Meu maior medo era perder a virgindade cedo, pois li que é possível romper o himem com masturbação, portanto tinha muito cuidado na penetração com meus dedos, mesmo nas horas mais empolgantes na qual eu me envergava toda, querendo mais velocidade. Ai, descobri os objetos, ahh objetos.  O primeiro foi um frasco usado de desodorante rollon do meu irmão, como o nome já diz, associei e pronto, tinha meu próprio pênis improvidado. Mas sua textura era meio áspera não era como o pênis que eu imaginava, lisinho, portanto, consegui furtar do meu irmão uma camisinha que ele tinha furtando do meu pai, ai sim, estava completo.

Em certa noite, quase perdi a virgindade por descuido.   Estava me preparando para mais uma noite fantástica de sexo imaginário. Peguei meu pênis (rollon), comecei a imaginar meu primo Charles, aquele era seu pênis, comecei a chupá-lo e ele gemia, eu passava minha língua (pequena e larga, umedecida) pela cabeça e o colocava todo em minha boca, tirava-o da boca pressionando-o contra meus lábios e sentia o Charles tremer de tesão gemendo e falando meu nome. Enquanto chupava seu pênis, segurando-o com uma mão, com a outra eu acariciava minha vulva e clítoris, massageando-os circularmente bem de vagar, o novamente enfiava todo o pênis na boca, pressionando meu lábios umedecidos contra ele. Sei que apesar de ter doze anos, meu corpo já era bem desenvolvido para uma criança, eu já tinha cintura, tinha uma bunda bem grande e redonda e pernas ligeiramente grossas e meus peitos já tinham pequenos mamilos. Pois então, peguei o pênis (rollon) do Charles (em minha imaginação) e comecei a molhar a cabecinha com a ponta da minha língua e passá-lo nos meus manilos, Charles adorava como eu manobrava seu pênis com minha mão e boca.

Foi quando coloquei a camisinha em seu pênis com a boca (eu já tinha ouvido coisa parecida na escola). Eu vi que ele gostou em seu pênis saia muito líquido lubrificante (néctar do sexo) ai como adorava. Fui manobrando seu pênis até minha vagina, passando por todo percurso até lá, gostava que ele ficava parado, apenas sentindo o que eu estava fazendo, eu deslizava a cabeça de seu pênis na vala de minha vagina, para cima e para baixo, cada deslizada ele soltava um gemido diferente e se arrepiava todo, eu esfregava seu a cabeça de seu pênis em meu clítoris, isso fazia com que eu gemia e sussurrava seu nome, quando o coloquei dentro de mim, mas eu sabia o tanto de devia colocar para não me desvirginar, mas eu estava tão excitada que estava envergada na cama e lentamente pedi para o Charles fazer com muito carinho, para frente e para trás, para frente e para trás, para frente e para trás, mas eu estava muito molhada de tesão e comecei a fazer mais forte, sempre impedindo a entrada total do pênis dele com minha mão, e continuei mais forte, aah não, as minhas pernas começaram a tremer, isso significa que estou atingindo o estado máximo, e eu estava enfiando mais forte e não estava me concentrando na medida do pênis, só imaginava eu gritando para ele: "vai gostoso enfia tudo, forte, vai, com muita força isso, coloca essa cabeça gostosa bem lá no fundo".  Na realidade não estava vendo mais nada, só queria que ele metia com força, e cada vez mais força. Gozei.

Acordei no dia seguinte com o pênis (rollon) do Charles (em minha imaginação) dentro de mim.

Esta tinha sido a melhor masturbação de minha vida, lógico, pelo menos até o momento, pois como eu tinha doze anos, não sabia que viram coisas melhores pela frente.

Até a próxima.

 
 

Eu tinha doze anos, já tinha quase essa altura, mas o que eu mais tinha mesmo era tesão (que ainda tenho muito até hoje).

A primeira vez que senti um orgasmo foi no banho, estava me lavando, e sempre gostei muito de acariciar minha vulva, adorava pegar o sabonete e passar lentamente nela, esfregando cuidadosamente para cima e para baixo, sentindo a textura lisa do sabonete.  Mas nesse dia, comecei a sentir umas coisas diferentes, inicialmente um arrepio na espinha e todos os pelos do meu corpo se arrepiaram em seguida.   Nunca havia acontecido aquilo.  De repente, veio na minha mente a imagem de meu primo Charles, imaginei ele nu e seu pênis enrijecido, nossa deu-me outro calafrio, minha vulva esquentou de uma forma como nunca havia antes, era tudo novo pra mim, não consegui conter o gemido, mas tampei minha boca pois não sabia se havia alguem perto do banheiro.

Nossa cada vez que eu acariciava minha vulva ela esquentava mais ainda, eu imaginava meu primo Charles com seu membro duro, com a cabeça bem vermelha e brilhante, mas não conseguia pensar em outras coisas porque não conhecia outras coisas, mas só a imagem dele segurando aquele pedaço de aço e olhando pra mim, já fazia minha vulva ter pequenas contrações.   Foi quando meu dedo indicador escorregou para dentro de minha vagina, ahh, nunca tinha feito isso e foi  a sensação mais gostosa que já havia sentido.

Soltei o sabonete e comecei, com uma mão, colocava e tirava lentamente o dedo de minha vagina e com a outra mão acariciava os grandes e pequenos lábios.  Senti que ela estava bem molhada mas não era de água e sim de um líquido mais espesso.   Não exitei em colocar meus dedos na boca  e comecei a chupá-los e sentia a textura do líquido com aquelo gosto maravilhoso e sabia que saia de mim.   A imagem de Charles não saia da minha cabeça, apesar dele ter dezoito anos, ser meio inocente, tinha um corpo escultural (eu já tinha visto ele de sunga na piscina do clube) e agora eu sabia porque eu gostava dele.   Sim ele me dava muito tesão.

Eu estava muito excitada e ao esfregar meus dedos em minha vagina, ele encostou no meu clítoris e esta foi a gota d'água para meu êxtase.   Não sabia que era tão gostoso acariciar o clítoris, não conseguia conter os gemidos que saiam de minha boca  que cada vez foram ficando mais alto, mas já não conseguia me controlar, eu fazia movimentos com minha pélvis para frente e para trás, esfregava minha vulva e o clítoris com uma mão e com a outra penetrava minha vagina, senti suor escorrendo em minha testa, tinha doze anos mais meus mamilos estavam duros e cumpridos, sim, eu estava me masturbando e era muito bom, os gemidos eram altos mas já não me importava mais. sussurrei o nome Charles e imaginei ele beijando meu pescoço e pude até sentir seus braços me agarrando com força e senti seu pênis no meio de minhas pernas quando minhas pernas começaram a tremer e soltei um gemido altíssimo enquanto ejaculava em minhas mãos e sentia aquela sensação maravilhosa e mesmo assim não conseguia parar de me acariciar e continuava gozando o gozo maravilhoso da primeira vez. Quando meu Pai bate a porta do banheiro dizendo “Christie, está tudo bem ai?” - nossa, fiquei super envergonhada e gaguejando disse “Sim, papai” - e ele “Termine logo, se não vai perder o jantar”.

Terminei de me lavar, pensando naquele momento maravilhoso que eu havia tido com meu primo Charles (mesmo sem ele saber), me troquei e fui para a cozinha para jantar. Juntamente com minha família reunida, oramos e começamos a comer e meu pai falo:
“Pensei ter ouvido um grito no banheiro.”
Retruquei dizendo:
_ “Não pai, pensei ter visto uma barata, rsrsrsrs, e me assustei.”
E assim, termina o relato da minha primeira gozada, que foi excepcionalmente boa.
Deixe comentários e se quiser relate a sua primeira experiência sexual consigo mesmo(a).

 
 

Espero não deixá-los muito excitados ou excitadas, pois vou contar tintim por tintim de cada relãção, começando pelo meus doze anos de idade quando ataquei meu primo Charles.

 

    Novo por aqui?
    Então, comece lendo de baixo para cima.

    Christie Simple

    Em primeiro lugar, deixo claro que não sou prostituta, não saio com qualquer pessoa e não tenho nada contra que faz isso.  Apenas estou relatando fatos ocorridos comigo e com pessoas conhecidas que me contarão e autorizaram a passar pra frente.  Não usarei termos vulgares porque não gosto, entendão da forma que quiserem!
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